Erros na marcação no ponto eletrônico podem se tornar uma verdadeira dor de cabeça para as empresas. Por isso, uma das funções mais importantes do RH é garantir a precisão das horas trabalhadas e o cumprimento das leis trabalhistas.
Quando os colaboradores registram a entrada duas vezes seguidas, não batem o ponto ou o fazem no horário inadequado, toda a folha de pagamento pode ser impactada, gerando inconsistências.
Confira, no texto a seguir, quais são os erros mais comuns de marcação no ponto eletrônico e como o RH pode prevenir esse tipo de situação.
Por que se atentar aos erros no ponto eletrônico?
Os erros de marcação no ponto eletrônico podem gerar penalidades para as empresas. O desencontro de informações nos registros afeta o fechamento da folha de pagamento.
Caso um colaborador se sinta injustiçado, é possível que ele mova uma ação trabalhista. Segundo dados do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Ministério do Trabalho, as empresas brasileiras pagaram R$ 50,7 bilhões em ações trabalhistas em 2025, o maior valor já registrado.
Além do prejuízo financeiro, processos podem afetar a reputação e a produtividade dentro da organização. A longo prazo, o ambiente de trabalho se torna desfavorável, aumentando a rotatividade de funcionários e os custos de treinamento e recrutamento.
Erros comuns na marcação no ponto eletrônico
A adoção de um relógio de ponto eletrônico já é um grande passo para garantir mais assertividade no registro da jornada. Porém, mesmo com a tecnologia otimizando o processo, ainda podem ocorrer erros humanos na marcação, conforme os exemplos a seguir:
1 – Esquecer de fazer a marcação de ponto
Talvez esse seja o erro mais comum quando se fala de registro de jornada de trabalho. Muitas vezes, um colaborador pode chegar atrasado para o início de uma reunião e acabar esquecendo de bater o ponto. Ou até mesmo sair do trabalho por conta de uma emergência e não marcar.
Quando isso acontece, na maioria dos procedimentos internos das empresas, o gestor e o colaborador incluem o ponto não batido no arquivo de espelho de ponto manualmente.
Caso isso não seja feito, o espelho de ponto pode acusar uma jornada de trabalho de quase 24 horas, caso o funcionário não tenha batido seu ponto de saída, ou uma falta injustificada, que poderia implicar desconto no salário.
É importante que o RH eduque os colaboradores sobre a importância de registrar corretamente os horários para minimizar esse problema.
2 – Registrar o ponto duas vezes seguidas
Em alguns casos, o relógio de ponto eletrônico pode não deixar claro se a marcação foi, de fato, registrada. Por conta disso, o colaborador acaba batendo o ponto duas vezes em um curto espaço de tempo. Esse tipo de situação costuma ocorrer em intervalos intrajornada, como uma pausa para o almoço.
Neste caso, o RH pode fazer a eliminação diretamente no espelho de ponto para a correção do erro. Caso contrário, o sistema pode, por exemplo, interpretar que um colaborador iniciou sua jornada às 8h e encerrou às 8h01, prejudicando a folha de pagamento.
É importante que o RH incentive os colaboradores a comunicarem esse tipo de erro, facilitando a identificação e a correção.
3 – Fraudes na marcação de ponto
Este não é exatamente um erro, mas sim uma ação deliberada para alterar o registro de ponto. Ela pode acontecer tanto do lado do funcionário quanto do empregador.
Funcionários mal-intencionados podem solicitar que outros registrem o ponto por eles ou atrasar a marcação para ganhar horas extras. Do lado da empresa, podem ser feitas alterações indevidas no espelho de ponto, de forma a pagar por menos horas trabalhadas.
Todas essas ações são passíveis de punições severas. Sistemas como o ponto eletrônico podem minimizar esse tipo de situação, principalmente quando contam com a tecnologia de reconhecimento facial. Com isso, colaborador e empresa ficam tranquilos de que as regras estão sendo respeitadas.
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